Vê este rio
submerso por tanta água de barragem;
Repara nos
escalos brilhantes, que aqueles pescadores fazem voar;
Ouve de vez
o sacudir do vento nas canas e nos fios de pesca.
Porque te apetece
lançar e pescar como um desejo de possuir?
No fim,
lamentas o fracasso, mas recordarás para sempre este lugar e aqueles amigos!
Porque não
invocas o teu destino?
Barragem da
Torre do Pinhão, 29 de Março de 2012
Luís M. Borges

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