sábado, 9 de agosto de 2014

7. Memórias ao longo dos rios: Barragem da Torre do Pinhão



“É como se fosse um fogo de afogar”*


 
Vê este rio submerso por tanta água de barragem;
Repara nos escalos brilhantes, que aqueles pescadores fazem voar;
Ouve de vez o sacudir do vento nas canas e nos fios de pesca.
Porque te apetece lançar e pescar como um desejo de possuir?
No fim, lamentas o fracasso, mas recordarás para sempre este lugar e aqueles amigos!
Porque não invocas o teu destino?
Barragem da Torre do Pinhão, 29 de Março de 2012
Luís M. Borges

*Maria Teresa Horta

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